Perguntas frequentes

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O instrumento utilizado para o controle das dispensações de antirretrovirais (ARV) é o Formulário de Solicitação de Medicamentos e o Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (SICLOM).

Para uma dispensação de 30 dias, a pessoa retira os medicamentos ARV para um mês de tratamento. Por outro lado, o SICLOM permite, a qualquer momento, realizar outra dispensação dentro do período de 22 dias, contados a partir da última dispensação. No entanto, o sistema emite um alerta, informando que o paciente está vindo antes do período previsto. Nesse caso, o farmacêutico/dispensador irá analisar se procede ou não à dispensação dos ARV.

Cumpre ressaltar que as orientações para controle logístico são repassadas a todos os estados e, estes, por sua vez, as repassam às Unidades de Dispensação de Medicamentos (UDM). Por outro lado, os estados/municípios/UDM possuem autonomia para o gerenciamento local, em consonância com o processo de trabalho interno, a exemplo do fluxo de logística, disponibilidade de estoque, análise clínica/laboratorial do paciente, dentre outros. Nesse sentido, é fundamental verificar junto ao serviço de saúde ao qual a pessoa esteja vinculada quais são os procedimentos internos de dispensação.

 

 

Como eu posso saber se tenho aids? É o teste que vai dizer se você tem ou não hiv. Ele detecta os anticorpos contra o hiv e é feito em menos de 30 min. Você vai em qualquer posto de saúde ou CTA e eles fazem rapidinho, com sigilo e orientação garantidos.

É quando a pessoa se torna reagente para o hiv. Tipo, é quando ela sai do status de negativo para o status de positivo para o hiv.

Vamos lá: janela imunológica é o período entre a infecção e a produção de anticorpos pelo organismo contra o HIV em uma quantidade suficiente para serem detectados pelos testes, como o teste rápido. O que isso quer dizer? Por exemplo, se uma pessoa se testou dias depois de ter transado sem camisinha, pode apresentar resultados negativos nos testes, mesmo tendo se infectado. Isso porque, se o teste é feito durante o período da janela imunológica (30 dias), há a possibilidade de que ele apresente um falso resultado negativo. Portanto, é necessário esperar no mínimo 30 dias para realizar o teste. Caso o resultado seja negativo, e permanecer a suspeita de infecção, refaça o teste em 30 dias. Nesse período, não esqueça de também se proteger!

Vc pode se testar em qualquer unidade de saúde ou centro de testagem e aconselhamento (CTA) perto de vc. O teste é rápido e demora menos de 30 min. Ah, e vc tem o direito de ser bem atendido! Se houver qualquer discriminação, denuncie ligando 136! Sugestão: enviar endereço na sua cidade onde a pessoa pode se testar.

Você tem o direito de ser atendido com qualidade e sem discriminação pela sua orientação sexual ou identidade de gênero, em qualquer serviço de saúde! Se você foi mal atendido, é um direito seu denunciar! Você pode ligar tanto para a ouvidoria do SUS, discando 136, como para o disque denúncia, discando 100. Relate o que aconteceu nessas ligações e elas serão encaminhadas aos órgãos responsáveis. Não deixe passar!

Dica: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secreta...

A realização dos testes de hiv, sífilis e hepatites é de responsabilidade do serviço de saúde, é gratuito e é seu direito! Se o local não dispõe desses testes, deve te encaminhar para onde são feitos. Se vc não conseguiu se testar nos lugares a que foi ou se sentiu discriminado em qualquer situação, ligue para 136 ou disque 100 e relate o q houve!

Dica http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secreta...

A camisinha continua super importante pra se proteger do hiv e outras ist na hora do sexo, isso é fato! Além disso, é distribuída de graça. Mas calma! Se vc tem problemas com a camisinha, pense nessas possibilidades: existem camisinhas que não são feitas de látex e que são mais finas, vc pode se dar bem com elas! Além disso, hoje em dia temos vários métodos de prevenção que podem te ajudar: vc pode tomar a pep em caso de uma situação sexual de risco e pode se testar de 3 em 3 meses para ter certeza que está bem. Não esqueça que esses métodos também são aliados importantes!

A camisinha é a maneira mais prática de se proteger contra o hiv/aids, as hepatites virais e as infecções sexualmente transmissíveis (ist), como a sífilis e a gonorreia. Use e descarte corretamente o preservativo. Se a camisinha “estourou” ou você transou sem camisinha, pode ser necessário o uso de profilaxia pós-exposição de risco ao hiv, conhecida como pep. Informe-se na unidade de saúde mais próxima.

No Brasil, as camisinhas feminina e masculina e o gel lubrificante são distribuídos gratuitamente em unidades de saúde, albergues, centros de atendimento ao turista e outros.

Se precisar de medicamentos contra o hiv (perdeu ou esqueceu), procure a unidade de saúde mais próxima, levando algum documento de identificação. Turista estrangeiro precisa se informar com seu seguro de saúde (health insurance).  

Pep quer dizer profilaxia pós-exposição. Funciona assim: vc teve uma situação de exposição ao hiv? Tipo, transou sem camisinha? O profissional de saúde vai te avaliar e ver se vc pode começar a tomar os remédios da pep, por 28 dias seguidos, para evitar a infecção por hiv. Mas vc tem que ir logo ao serviço de saúde! A pep é considerada uma urgência médica e deve ser iniciada o mais rápido possível, preferencialmente nas primeiras 2 horas após a exposição e no máximo em 72 horas.

A profilaxia pré-exposição ao hiv (prep) consiste no uso diário de antirretrovirais por pessoas não infectadas pelo hiv, com o intuito de  reduzir o risco de infecção pelo vírus nas relações sexuais. O seu uso correto reduz em mais de 90% o risco de infecção pelo hiv. A prep é indicada para pessoas com risco e vulnerabilidades acrescidas ao hiv, como pessoas trans, profissionais do sexo, gays e outros hsh e casais sorodiferentes.

A eficiência da proteção está relacionada à adesão: por isso é necessária a tomada diária das doses indicadas, podendo ser somada a outras medidas de prevenção, como o uso de preservativos e gel lubrificante. Se quiser saber mais, entre neste site: http://www.aids.gov.br/noticia/2017/diahv-disponibiliza-protocolo-de-pre...

Aids é o estágio mais avançado da doença, q ataca o sistema imunológico e é causada pelo hiv. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, ele fica vulnerável a várias doenças. Antes, a aids era uma sentença de morte, mas hoje é possível viver com hiv e com qualidade de vida. Mas precisa tomar os medicamentos indicados e seguir certinho as recomendações do profissional de saúde! ;)

HIV é a sigla em inglês para Vírus da Imunodeficiência Humana. Ele é que causa a aids, atacando o sistema imunológico.

Tem gnt que vive com hiv por muitos anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus por sexo sem camisinha! Por isso que é legal fazer o teste, se proteger na hora do sexo e se tratar se souber que tem hiv :) Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T-CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar,  rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

É o período entre a infecção e o início da formação de anticorpos específicos contra o agente causador, momento em que o indivíduo se torna reagente para o HIV, isto é, sai do status de negativo para o status de positivo para o HIV. Os anticorpos contra determinado agente tornam-se detectáveis pelos testes disponíveis. Geralmente, esse período dura algumas semanas, e o paciente, apesar de ter o agente infeccioso presente em seu organismo, apresenta resultados negativos nos testes para detecção de anticorpos contra o agente.

É o teste sorológico realizado em período inferior a 30 minutos. Está disponível nas unidades de saúde, nos centros de testagem e aconselhamento e há iniciativas (eventos, intervenções urbanas, mobilização, parcerias, unidades móveis) que levam o teste rápido para mais perto do cotidiano das pessoas.

A epidemia de hiv/aids no Brasil é concentrada em alguns segmentos populacionais mais vulneráveis ao hiv/aids e que apresentam prevalência superior à média nacional, que é de 0,4%. Essas populações são: gays e outros hsh; pessoas trans; pessoas que usam álcool e outras drogas; pessoas privadas de liberdade e trabalhadoras(es) sexuais.

Outros segmentos populacionais também apresentam fragilidades que os tornam mais vulneráveis ao HIV/aids, e por isso são considerados como populações prioritárias: população jovem, população negra, população indígena e população em situação de rua.

A concentração de esforços de prevenção nesses segmentos mais afetados pela epidemia é fundamental para as estratégias de prevenção combinada do HIV.

É uma estratégia de prevenção do hiv que faz uso conjunto de intervenções biomédicas (o foco da intervenção está na redução do risco à exposição ao hiv), comportamentais (foco da intervenção está no comportamento, como forma de reduzir situações de risco) e estruturais (foco nos aspectos e características sociais, culturais, políticas e econômicas que criam ou potencializam vulnerabilidades em relação ao hiv), aplicadas no nível individual e de suas relações; dos grupos sociais a que pertencem; ou na sociedade em que estão inseridos, mediante ações que levem em consideração as necessidades e especificidades e as formas de transmissão do vírus.

O uso de álcool e outras drogas pode alterar seus sentidos e sua capacidade de decisão quanto ao uso do preservativo e de estratégias de proteção para uso de drogas. A redução de danos consiste em um repertório de cuidado, consituído de um conjunto de estratégias singulares e coletivas voltadas para as pessoas que usam, abusam ou dependem de drogas. Incluem-se nas estratégias de prevenção a recomendação do não compartilhamento de instrumentos e a utilização de materiais descartáveis, inclusive para o uso de silicone industrial e hormônios entre pessoas trans.

O acolhimento, a promoção da saúde e o cuidado nos serviços é um direito de todas as pessoas, independentemente do uso de álcool e outras drogas, silicone industrial e hormônios.

A PEP – Profilaxia Pós-Exposição – é o uso de medicamentos antiretrovirais por pessoas após terem tido um possível contato com o vírus HIV em situações como: violência sexual; relação sexual desprotegida (sem o uso de camisinha ou com rompimento da camisinha), acidente ocupacional (com instrumentos perfurocortantes ou em contato direto com material biológico). Para funcionar, a PEP deve ser iniciada logo após a exposição de risco, em até 72 horas; e deve ser tomada por 28 dias. Você deve procurar imediatamente um serviço de saúde que realize atendimento de PEP assim que julgar ter estado em uma situação de contato com o HIV. É importante observar que a PEP não serve como substituta à camisinha.

Já a PrEP – Profilaxia Pré-Exposição ao HIV – é o uso preventivo de medicamentos antes da exposição ao vírus do HIV, reduzindo a probabilidade da pessoa se infectar com vírus. A PrEP, deve ser utilizada se você acha que pode ter alto risco para adquirir o HIV.

A PrEP não é para todos e também não é uma profilaxia de emergência, como é a PEP.  Os públicos prioritários para PrEP são as populações-chave, que concentram a maior número de casos de HIV no país: gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH); pessoas trans; trabalhadores/as do sexo e parcerias sorodiferentes (quando uma pessoa está infectada pelo HIV e a outra não).