Perguntas frequentes

Mostrando 21 - 30 de 45

A profilaxia pré-exposição ao hiv (prep) consiste no uso diário de antirretrovirais por pessoas não infectadas pelo hiv, com o intuito de  reduzir o risco de infecção pelo vírus nas relações sexuais. O seu uso correto reduz em mais de 90% o risco de infecção pelo hiv. A prep é indicada para pessoas com risco e vulnerabilidades acrescidas ao hiv, como pessoas trans, profissionais do sexo, gays e outros hsh e casais sorodiferentes.

A eficiência da proteção está relacionada à adesão: por isso é necessária a tomada diária das doses indicadas, podendo ser somada a outras medidas de prevenção, como o uso de preservativos e gel lubrificante. Se quiser saber mais, entre neste site: http://www.aids.gov.br/noticia/2017/diahv-disponibiliza-protocolo-de-pre...

Aids é o estágio mais avançado da doença, q ataca o sistema imunológico e é causada pelo hiv. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, ele fica vulnerável a várias doenças. Antes, a aids era uma sentença de morte, mas hoje é possível viver com hiv e com qualidade de vida. Mas precisa tomar os medicamentos indicados e seguir certinho as recomendações do profissional de saúde! ;)

HIV é a sigla em inglês para Vírus da Imunodeficiência Humana. Ele é que causa a aids, atacando o sistema imunológico.

Tem gnt que vive com hiv por muitos anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus por sexo sem camisinha! Por isso que é legal fazer o teste, se proteger na hora do sexo e se tratar se souber que tem hiv :) Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas podem transmitir o vírus a outras pessoas pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T-CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar,  rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

É o período entre a infecção e o início da formação de anticorpos específicos contra o agente causador, momento em que o indivíduo se torna reagente para o HIV, isto é, sai do status de negativo para o status de positivo para o HIV. Os anticorpos contra determinado agente tornam-se detectáveis pelos testes disponíveis. Geralmente, esse período dura algumas semanas, e o paciente, apesar de ter o agente infeccioso presente em seu organismo, apresenta resultados negativos nos testes para detecção de anticorpos contra o agente.

É o teste sorológico realizado em período inferior a 30 minutos. Está disponível nas unidades de saúde, nos centros de testagem e aconselhamento e há iniciativas (eventos, intervenções urbanas, mobilização, parcerias, unidades móveis) que levam o teste rápido para mais perto do cotidiano das pessoas.

A epidemia de hiv/aids no Brasil é concentrada em alguns segmentos populacionais mais vulneráveis ao hiv/aids e que apresentam prevalência superior à média nacional, que é de 0,4%. Essas populações são: gays e outros hsh; pessoas trans; pessoas que usam álcool e outras drogas; pessoas privadas de liberdade e trabalhadoras(es) sexuais.

Outros segmentos populacionais também apresentam fragilidades que os tornam mais vulneráveis ao HIV/aids, e por isso são considerados como populações prioritárias: população jovem, população negra, população indígena e população em situação de rua.

A concentração de esforços de prevenção nesses segmentos mais afetados pela epidemia é fundamental para as estratégias de prevenção combinada do HIV.